Às vezes, seguir no automático cansa a alma.

Acordar, trabalhar, cumprir tarefas, resolver problemas, cuidar de todo mundo… e repetir.
Até que um dia você percebe que está funcionando, mas não necessariamente vivendo.
O automático pode ser útil para dar conta da rotina. O problema começa quando ele vira a forma predominante de existir.
Quando você deixa de perceber o que sente, o que precisa, o que deseja e até aquilo que já não faz mais sentido.
Talvez esse cansaço não esteja pedindo apenas descanso.